08/05/2019:

Reunião da Comissão Organizadora UGT em São Paulo


Ontem, em São Paulo, a UGT realizou sua reunião da Comissão Organizadora das estratégias da central para os próximos anos. Gustavo Walfrido, Presidente da UGT-PE, participou do encontro.

A reunião teve como pautas principais a aprovação do Caderno de Resoluções e do Debate sobre a Reforma do Estatuto.

Sobre a aprovação do Caderno de Resoluções, dada a extensão do seu documento, a comissão focou na última parte do documento que apresentava as "ações macro" para a UGT na próxima gestão, sendo aprovado com as seguintes ressalvas:

  1. Construção de estratégia da UGT para fortalecer a relação com as entidades filiadas, através da prestação de serviços para sobrevivência e fortalecimento da sindicalização e ação sindical das entidades (suportes jurídicos, comunicação, serviços aos trabalhadores e outros).
  2. Estratégia para filiação direta de trabalhadores e trabalhadoras informais como forma de fortalecer política e economicamente a UGT.

Os membros da comissão terão até sexta-feira para avaliar o documento inteiro e propor sugestões (que deverão ser específicas). E a respeito do Debate Sobre a Reforma do Estatuto, foram considerados os seguintes pontos:

  • A reforma do estatuto teve como foco a redução do número de secretarias e da diretoria da UGT, bem como a atualização da forma de governança.
  • A proposta mantem aproximadamente 50 secretarias, que serão compostas pelo secretário(a), Adjunto e 1º Adjunto. Estima-se que nova diretoria da UGT será composta por 200 pessoas (já incluindo conselho fiscal e presidentes estaduais).
  • O órgão colegiado foi suprimido e as deliberações serão tomadas pela direção nacional e pela direção executiva (composta por um conjunto de secretarias, vice-presidente e presidentes de 5 UGTs Estaduais, uma por região).
  • Diversas secretarias foram extintas ou unificadas de forma a reduzir o número de estruturas. A depender da necessidade, poderá o secretário constituir departamentos para melhor execução dos trabalhos.

Durante a reunião, Ricardo Patah, Presidente da UGT Nacional, fez algumas considerações sobre a posição da UGT em relação à Reforma da Previdência, sobre a necessidade da UGT defender o diálogo junto ao governo federal e ainda abordou a questão da unidade de ação das centrais (de que forma e com quais limitações ela é viável/desejável).