06/01/2019:

Sindicato cobra melhor atendimento bancário em Goiana


O Sindicato dos Bancários de Goiana e Região está realizando nesta manhã um ato com o apoio da UGT-PE e da Feeb-AL/PE/RN em frente às agências bancárias da Caixa Econômica, do Santander e do Bradesco na cidade de Goiana. O ato é contra o mau atendimento aos clientes prestado pelos referidos bancos, por conta da falta de contratação de mais funcionários.

Estão presentes no ato João Bandeira, Presidente da Feeb-AL/PE/RN, Leonardo Farias, Presidente do Seeb Goiana e Região, Gustavo Walfrido, Presidente da UGT-PE juntamente com os diretores Luiz Nelson, Maurício Luna e Romero Mendonça, além de outros sindicalistas vinculados ao movimento sindical bancário.

Apesar de serem há décadas as instituições brasileiras que mais lucram no País, os bancos adotam uma injusta postura de economizar na contratação de pessoal colocando o ônus da sobrecarga de trabalho e do mau atendimento nos funcionários existentes. Perde com isso o bancário que acumula funções - o que é ilegal - e fica sobrecarregado e perde com isso o cliente do banco. Por cliente do banco entenda-se toda pessoa - física ou jurídica - que utiliza, regular ou esporadicamente, os serviços do banco. Desta feita, se alguém, por exemplo, entra numa agência para compensar um cheque, pagar uma conta ou depositar uma importância, está usando os serviços do banco e assim essa pessoa é cliente, ainda que momentaneamente. Também é cliente o correntista do banco, pois também utiliza seus serviços.

O que os trabalhadores bancários reivindicam é que os bancos contratem mais funcionários para tirar a sobrecarga dos funcionários atuais, diminuir as filas de atendimento e assim melhorar o serviço. O que não dá para aceitar é o banco, que já lucra muito com os juros praticados no país, querer ganhar dinheiro às custas dos bancários sem investir na qualidade do atendimento.

É preciso pressionar a classe patronal para que haja justiça e tratamento humano nas agências bancárias, tanto para os clientes quanto para os bancários. É exatamente isso o que querem os trabalhadores, e é exatamente por isso o que os sindicatos estão lutando.